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Mais pobres representam mais da metade da população do Brasil

A pandemia e a falta de percepção social do atual governo criaram um abismo de desigualdade no Brasil. Antes do início do governo Bolsonaro, essa desigualdade vinha diminuindo, mas com o desemprego, a falta de estabilidade, o aumento de todos os produtos de alimentação e a adoção de uma política que não colabora com as classes mais vulneráveis, as diferenças entre as classes sociais aumentaram consideravelmente. De acordo com o jornal Brasil247, um estudo da Tendências Consultoria prevê que a participação das classes D/E no total de domicílios brasileiros deve fechar o ano em 50,7%. Isso representa um recuo em relação à  2021 (quando era 51,3%), mas ainda acima da metade do total e também superior aos 48,7% de 2012.

Para agravar a situação de toda a população que não está tendo condição de se alimentar com segurança, de acordo com o Ìndice de Preços dos Supermercados, apurado pela Apas (Associação Paulista de Supermercados), os alimentos tiveram alta recorde em março de 2022, com avanço de 2,64%, o maior entre a série histórica iniciada em agosto de 1994. Os produtos que tiveram a maior alta foram o tomate (41,27%), o repolho (34,24%) e a cenoura (32,23%). Segundo o Dieese, em março o preço da cesta básica aumentou em 17 capitais brasileiras.

O governo Bolsonaro é um governo de fome, que nunca olhou como prioridade a situação das populações mais pobres. Vimos isso também durante sua gestão da pandemia. Por eles, que o povo morra. Queremos nossa população viva, saudável e com uma vida com dignidade. Nos manteremos ativos e combatentes na luta por melhores condições para a população.

Com informações dos jornais CNN e Brasil247.