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APUBHUFMG+ reforça alerta sobre tentativas de golpes em professore(a)s

Nos últimos dias, o sindicato voltou a ser procurado por professore(a)s com dúvidas acerca de contato feito supostamente pelo escritório de advocacia que presta serviços ao APUBHUFMG+. Os contatos dos criminosos foram feitos via WhatsApp, inclusive com pedido para realização de videochamada. Nas mensagens, alega-se que o escritório precisa falar sobre processo do qual o docente participa ou sobre o recebimento de precatórios. Essas mensagens são sempre sucedidas de pedidos para depósito de uma certa quantia em dinheiro para pagamento de tributos ou taxas judiciais para liberação dos valores que o(a) professor(a) supostamente tem a receber.

Felizmente, o(a)s docentes estão atentos aos diversos alertas feitos pelo sindicato e verificando as informações com o APUBHUFMG+ antes de qualquer providência. Destacamos que, desde fevereiro de 2020, o sindicato orienta seus filiado(a)s a não repassarem dados ou realizarem qualquer pagamento ao receber esse tipo de contato. A recomendação é sempre confirmar a informação por meio dos canais oficiais do APUBHUFMG+ antes de qualquer providência. Salve os nossos contatos:


O escritório Geraldo Marcos Advogados, que presta a assessoria jurídica ao APUBHUFMG+, reforça que o contato com o(a)s filiado(a)s é feito sempre por e-mail institucional (domínio @gmarcosadvogados.com.br). Apenas na impossibilidade desse canal, o contato ocorre por ligação telefônica a partir do número (31) 3291-9988. O escritório também dispõe de um canal de WhatsApp — (31) 99287-1141 — utilizado como última opção e exclusivamente para troca de mensagens quando o(a) filiado(a) não possui e-mail e não atende às ligações do telefone fixo. Anote também esses meios de contato.

Sobre pagamentos, o escritório ressalta que qualquer valor devido já está previsto no contrato assinado ou será comunicado com a máxima antecedência – não há cobranças urgentes ou de última hora. Importante: pagamentos de taxas judiciais, despesas advocatícias ou honorários são sempre direcionadas à conta do escritório, em nome da sociedade com seu CNPJ – nunca para contas de terceiros.

Para mais orientações sobre os procedimentos a serem adotados em caso de golpes sobre ações jurídicas, confira o guia “Como agir após cair no golpe do WhatsApp?”, desenvolvido pelo Escritório Geraldo Marcos Advogados.