“Menina cientista, se eu cheguei até aqui, você também pode”, por Rosy Isaias
Leia o artigo completo na Coluna ‘Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Artes em Pauta’, o espaço do APUBHUFMG+ no Brasil de Fato MG

Todos os dias são dias de luta das MULHERES e pela Vida das MULHERES! Em 11 de fevereiro, Dia das Mulheres e Meninas na Ciência, convidamos à reflexão sobre a relevância da ampliação da presença feminina em espaços acadêmicos e científicos, assim como em postos políticos e de liderança, e os caminhos para que isso aconteça, na construção de uma sociedade mais igualitária.
Para aprofundar o debate sobre esse tema, publicamos o artigo “Menina cientista, se eu cheguei até aqui, você também pode”, redigido pela professora Rosy Isaias, a primeira pesquisadora autodeclarada negra a alcançar o mais alto nível dentre os bolsistas de produtividade em pesquisa do CNPq. O texto integra a Coluna ‘Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Artes em Pauta’, o espaço do APUBHUFMG+ no Brasil de Fato MG.
“O dia 11 de fevereiro se configura como um momento para divulgarmos as mulheres cientistas que foram apagadas da história, mas também para enaltecer as que hoje chegaram e conquistaram seus tão sonhados espaços”, define a professora Rosy, em trecho do artigo. E completou: “o meu sentimento é de que vale a pena seguir caminhando ao encontro das meninas e mulheres cientistas de todas as idades que atuam e sonham com o potencial de fazer ciência no Brasil e no mundo. Esse dia é nosso. Celebremos!”
Atualmente, Rosy Isaias é professora titular do departamento de botânica da UFMG, pesquisadora 1A do CNPq onde atua no comitê assessor da Botânica, membro da Sociedade Botânica do Brasil, da Associação de Pesquisadores Negros e do Conselho Regional de Biologia – 4a região.
O APUBHUFMG+ convida a categoria docente da universidade, assim como toda a sociedade, a aprofundar esse debate fundamental para a defesa da vida, da dignidade e dos direitos das mulheres no Brasil. Continuamos somando forças, em sintonia com os movimentos feministas, científicos e da universidade, na construção coletiva dos atos populares e democráticos em defesa dos direitos das mulheres, em especial o #8M. Seguimos intensificando a luta por ambientes mais seguros, igualitários e livres de violência!
