APUBH apóia ato público contra a violência e o feminicídio

Ato será realizado pelo movimento "Quem Ama Não Mata", nesta sexta-feira (09/11), às 18h, na Praça Afonso Arinos

O Movimento Quem Ama Não Mata promoverá um ato público - político, feminista, antirracista - contra o feminicídio  e as demais violências contra as mulheres, nesta sexta-feira (09/11), às 18h, na Praça Afonso Arinos, em Belo Horizonte. O Ato contará com manifestações políticas, artísticas e culturais. O movimento é inspirado no ato homônimo, realizado em 1980. O ato tem o apoio da APUBH.

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Movimento Quem Ama Não Mata

Os jornais chamavam de "crimes passionais". Os advogados alegavam "legítima defesa da honra". E as mulheres continuavam sendo assassinadas por seus companheiros, que seguiam impunes. Em 1980, em plena ditadura militar, um grupo de mulheres mineiras realizou um ato público nas escadarias da Igreja São José, no centro de BH, para denunciar a violência específica sofrida por mulheres. O ato reuniu cerca de 400 mulheres de várias idades, e inscreveu as questões de gênero na agenda de discussões da redemocratização do país.

Caiu o regime militar, foram criadas as Delegacias de Mulheres, a Lei Maria da Penha, a lei que reconhece como tal o femincídio, entre outras conquistas, mas a violência contra as mulheres permanece - e cresce, especialmente sobre corpos negros.

 

Com informações do Movimento Quem Ama Não Mata.

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