Novo golpe está sendo aplicado em professores da UFMG

O sindicato recebeu denúncias de aplicação de um novo golpe referente ao pagamento de créditos judiciais. Professor, fique atento!

Mais um novo golpe está sendo aplicado contra os professores da UFMG, especialmente, os aposentados. Desta vez, os estelionatários fazendo-se passar por funcionários do Tribunal Regional do Trabalho, estão oferecendo facilidades para o pagamento de créditos judiciais da ação “Fernando Collor”.

A Apubh já registrou um boletim de ocorrência na Delegacia Especializada de Falsificações e Defraudações ( Avenida Nossa Senhora de Fátima, 2855 - Carlos Prates/ telefone: (31) 3330 1844 // 3330 1764 // 3330 1749), devido ao uso do nome do sindicato para aplicação de alguns golpes. Recomenda-se que os professores que foram procurados pelos golpistas, façam o mesmo. Não faça depósito de nenhuma quantia.

Reitera-se a importância dos alertas e orientações que seguem abaixo (e que valem para qualquer golpe relacionado a créditos judiciários) e enviados pela Apubh por carta, e-mail, newsletter e jornal:

1. o pagamento de créditos judiciais é noticiado no próprio processo em que é parte o professor, através de comunicado do Tribunal ao Juiz;

2. o pagamento em geral é feito através de ordens judiciais denominadas precatórios ou requisições de pequeno valor e os valores constantes dessas ordens nunca são depositados diretamente na conta corrente ou de poupança de titularidade do beneficiário, mas sim em conta aberta somente para esse fim pelo Tribunal responsável pelo pagamento;

3. somente os advogados que atuam no processo judicial ou o próprio professor é que têm acesso aos créditos judiciais;

4. para receber créditos judiciais não se exige qualquer depósito prévio, até mesmo porque os tributos são retidos por ocasião do saque pelo banco. Da mesma forma os honorários advocatícios poderão ser deduzidos por ocasião do saque ou serão acertados pelo próprio servidor diretamente com a sociedade de advogados que patrocina o processo;

5. na hipótese de acerto de honorários pelo próprio servidor através de depósito em conta, os advogados exigem o pagamento somente após o recebimento do crédito pelo servidor e nunca antecipadamente;

6. não existe qualquer tarifa judicial para habilitação de crédito judicial ou levantamento de alvará, a ser paga a oficial cartorário, uma vez que esse é servidor público estadual e recebe remuneração para tanto.

 

 

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