Janeiro branco para um Maio de luta com todas as cores!

Campanha defende “uma cultura da saúde mental e a busca por uma qualidade emocional de vida”: pensar qualidade de vida

Com ações de conscientização e mobilização nas redes, palestras, debates e rodas de conversa, a Campanha Janeiro Branco promove, em todo o país, uma reflexão sobre a importância da cultura da saúde mental.  “Através da Campanha Janeiro Branco, pretendemos difundir um conceito ampliado de Saúde Mental/Saúde Emocional, como um estado de equilíbrio sem o qual não é possível viver satisfatoriamente em sociedade. Escolhemos o mês de janeiro para a mobilização pelo fato de que, em termos culturais e simbólicos, no início do ano as pessoas estão predispostas a pensar sobre as suas vidas em diversos aspectos, e, a cor branca, pois, como em uma tela em branco, queremos incentivá-las a desenhar novas possibilidades em suas vidas”, explica o psicólogo Leonardo Abrahão, idealizador da Campanha Janeiro Branco, em depoimento publicado no release da Campanha.  

 Em sua 6ª edição, o Janeiro Branco é considerado pela professora Maria Stella Goulart Brandão, presidenta da APUBH e participante da Comissão Institucional de Saúde Mental da UFMG (CISME/UFMG), como uma importante atividade de preparação para o Maio: mês de luta antimanicomial e pelo tratamento em liberdade: a UFMG celebra o .“18 de maio", Dia Nacional de Mobilização e de afirmação da Reforma psiquiátrica brasileira para a garantia do tratamento em liberdade. Esta é uma posição que deve ser sustentada por aqueles que constroem a democracia brasileira”, explica Goulart.

A UFMG possui uma Comissão Permanente de Saúde Mental que tem realizado ações visando a promoção da Saúde Mental da comunidade universitária. Essa Comissão é integrada pelo vice-reitor, Alessandro Fernandes Moreira, e por professores de diversos departamentos e unidades. Nos últimos anos, foi criada também na Universidade, sob a responsabilidade da Pró-Reitoria de Extensão – PROEX, uma Rede de Saúde Mental e que discute a questão incluindo, atualmente, o tema da educação.

Preocupado com o crescente mal estar subjetivo e adoecimento dos professores e professoras, sua saúde mental e qualidade de  vida, o APUBH tem promovido desde outubro de 2018, rodas de conversa para discussão da temática, articulação e implementação de ações visando a construção de uma pauta de trabalho. Foram realizadas três reuniões em 2018 e a próxima Roda acontece no dia 04 de fevereiro, às 17h, na sede do sindicato. Participe!

 

Confira no link abaixo a entrevista da Presidenta do APUBH, professora do Departamento de Psicologia da UFMG, Maria Stella Brandão Goulart ao Programa Conexões, da Rádio UFMG Educativa, em que ela fala sobre a saúde Mental. 

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