APUBH firma parceria com Frente Mineira Popular em Defesa da Previdência Social

Lançada em junho de 2016, a Frente reúne mais de 80 entidades representativas de trabalhadores do serviço público e privado e outras entidades civis.

O diretor da APUBH, professor Dalton Rocha Pereira, reuniu-se na manhã desta segunda-feira, 18/12, com representantes da Frente Mineira Popular em Defesa da Previdência Social para alinhar uma parceria a fim de ampliar e fortalecer a ação de mobilização e conscientização da sociedade em geral sobre o impacto da reforma. 

Lançada em junho de 2016, a Frente reúne mais de 80 entidades representativas de trabalhadores do serviço público e privado  e outras entidades civis com objetivo de barrar a tentativa do governo de retirar direitos dos trabalhadores. E, para isso, a Frente tem realizado diversas ações de esclarecimento da população sobre a Reforma da Previdência.  Outra ação tem sido a mobilização de parlamentares para que votem contrariamente à proposta do governo. Na oportunidade foram discutidos também os impactos da MP 805 e da Reforma Trabalhista para os trabalhadores.

Na reunião, a coordenadora da Frente e vice-presidente de Assuntos Parlamentares da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil – ANFIP, Ilva Maria Franca Lauria, manifestou preocupação com a proximidade da votação (fevereiro de 2018) e a pouca mobilização da sociedade. Dalton Rocha Pereira destacou a relevância da parceria para a APUBH e que o Sindicato, dando sequência à luta contra as perdas de direitos dos trabalhadores, a partir de hoje, a APUBH passa a participar de todas as ações da Frente Mineira Popular em Defesa da Previdência Social. 

Na reunião já foram definidas algumas das ações que serão realizadas: a gravação e exibição de uma edição especial do Programa Interconexão Brasil com o tema “Reforma da Previdência”; a produção de vídeos sobre o impacto da Reforma para o trabalhador para veiculação nas redes sociais; campanhas nas ruas apontando para a população os parlamentares que são favoráveis à aprovação da Reforma. A intenção é mobilizar a sociedade e, principalmente, pressionar os parlamentares nas ruas e em seus redutos eleitorais, para que votem contrariamente à Reforma.

 

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